Ao passar por uma aragem silênciosa paro perante tal imagem de horror e sedução. Eras tu, ser que habitas as profundezas do meu ego... e me dizes o que escrever e falar. Sabia que existias, mas nunca tive oportunidade de te ver como agora. És de uma beleza feminina única. Como se tudo ardesse à tua volta, reinas sobre mim com um simples olhar possuído. Observo-te em delírio nítido. No teu corpo trabalham escravos os meu olhos ...e nos teus lábios gritam de liberdade os meus sonhos.
Publicado por Conde em agosto 27, 2003 01:10 AMcontinuas a escrever coisas lindas
Afixado por: Ana em agosto 27, 2003 12:44 PM