A confusão, o caos instala-se em mim. Nestas noites sem dias seguintes onde nem os corvos descançam em volta dos cadáveres que eu criei. A sombra inunda o ar que respiro de uma maneira tão possessiva que sucumbo à fraqueza... permanecendo no chão...encostado ao canto escuro da minha mente, como que à espera de algo. E na escuridão de um dia seguinte que nunca existiu, acabo com o turbilhão diabólico de pensamentos. A calma regressa como o vento que sopra lá fora e balança as penas de veludo negro dos pássaros que impacientemente me esperam... esperam por mim como se eu fosse a sua presa. E com olhos sérios e sem vida... levam-me para mais um dia seguinte inexistente.
Publicado por Conde em dezembro 17, 2003 11:32 PMVocê está se referindo às personalidades e máscaras que usamos em nosso cotidiano?
Talvez sobre a sociedade?
O homem?
Ou simplesmente você?
Isso agora fica ao critério da imaginação de quem lê. O meu objectivo com o que escrevo é obrigar quem lê a criar o seu próprio significado. Cada leitor, um texto diferente.
Para mim tem um significado íntimo, para si concerteza terá outro. :)
Magnífico. Esplêndido! Parabéns Conde! TU és o verdadeiro Príncipe das Trevas! E eu passarei a ser um corvo, desde agora. EU arrancarei a carne de teus cadáveres,tenha certeza...
Afixado por: _Lestat_ em dezembro 28, 2003 03:45 AM