janeiro 23, 2004

Insanidade

Nos sonhos que vivo apenas retenho o anoitecer, como a pena que escorre o seu óleo para o mundo. A dor acompanha os movimentos que exponho sempre que eles são banhados com intenção. O fim desenha-se perto, o destino começa a tornar-se claro aos meus cegos olhos. Sobre nada escrevo, sobre tudo escrevo. Para todos escrevo, para niguém também...

Publicado por Conde em janeiro 23, 2004 10:05 PM
Comentários