Quando o vento transporta as palavras e a fala fica suspensa num olhar intermitente de um néon, é que eu vislumbro a beleza que passeia nas suaves brisas entre as sílabas dos teus lábios, guardando a frieza de uma lâmina que corta o corpo ao som do tilintar do desejo no meu pensamento. A gota de sangue que escorre pelo peito de porcelana, encontrando os teus harmoniosos dedos numa fusão carnal que os corvos cantam, silenciando o som das minhas palavras que continuam perdidas pelo vento numa viagem subtil, procurando por um lado quente onde se possam abrigar em ti.
Publicado por Conde em janeiro 27, 2004 01:25 AMExcelente blog. Parabéns!
Vou passar por aqui com assiduidade e penso que vou linkar-te no meu. Posso?
Concerteza. :)
Afixado por: Conde em janeiro 27, 2004 12:34 PM