Entre a magia exposta pelo transpirar das árvores, destaca-se na noite escura uma silhueta de solidão e doce malícia. O seu movimento é calmo e sábio, passeando por entre folhas mortas sem provocar um único ruído. Vejo o luar reflectido nos seus deambulantes olhos como uma chuva de brilhantes. E observo incessantemente, apaixonado por cada movimento, cada olhar hipnotizante que me revela aos poucos o seu manto negro de veludo, roçando nas ervas silenciosamente.
Essa silhueta de solidão era tua, gato preto que passeias por mim nas horas de tédio.
Enganou-me bem:) abraços. Gostei.
Afixado por: Paulo em fevereiro 1, 2004 05:08 PMTocantemente Gótico na minha opinião se quer saber.
Com muitas maldições
Ravena!