Numa linha de tempo desconhecida deixo-me amarrar por uma paixão que não posso ter. É uma dor que me vem habitar, mas que ao mesmo tempo me dá prazer. É a confusão que me beija nos lábios nas madrugadas que passo acordado a digerir essas palavras que quebram a minha frágil protecção. E depois vem o silêncio para comprovar a cumplicidade que trocamos no vazio de um mundo. Deixo-me dormir com um leve sabor na língua a canela.
Publicado por Conde em fevereiro 8, 2004 12:29 PM...minha mente já confusa, ficou ainda mais! Mesmo assim, sinto que meu espírito se aliviou...
Um beijo*
Afixado por: Mazu* em fevereiro 9, 2004 11:53 PMO amor têm de ser sustentado por uma sabedoria muito grande do amado para que seja puro e livre de qualquer confusão... muitos poucos, talvez nenhum, possa amar sem sentir a mente a voar por dentro de si mesma à primeira luz do ser que se ama... ou na sombra que deixa o ir embora do amado...
Afixado por: wuhan em fevereiro 22, 2004 10:31 PM