As sombras que ocultam o nosso momento íntimo não passam de vultos que se apaixonam por nós sempre que trocamos beijos. As velas dão à luz esses vultos ao acasalarem com os cortinados do quarto. E toda a beleza de um universo suspenso na nossa respiração, afoga-se na audição de um sino que toca anunciando o fim da glória alcançada com a nossa união. É a morte que insiste em tocar esse som triste, belo e monótono.
Publicado por Conde em fevereiro 20, 2004 09:29 PMsó um Conde para escrever assim... :)
Afixado por: ana em fevereiro 21, 2004 01:30 AM