Descanço os meus olhos do brilho que a vida me provoca. Sem esperança, apenas uma melancolia que bebo no meu cálice feito de solidão. O pó dos anos mistura-se nesse néctar. Mas nem anos foram. As vidas nãos se medem por dias, meses ou anos... mas sim por breves melodias funebres que ecoam numa paisagem triste e cinzenta como a do teu rosto... A tua face lembra-me um rio taciturno e silêncioso, onde a menor brisa provoca uma expressão suave. Tudo isto atiça-me os sentidos e deixa-me na boca um sabor a morte.
Publicado por Conde em março 1, 2004 11:00 PMHmm, um regresso em força do Conde !
Até que enfim... O sabor taciturno voltou, aproveitando tal vez a sombre de pequena árvore para escapar a esse fustigamento de luz e satisfação ?
Afixado por: WhispSil em março 2, 2004 12:01 AMTão negro que arrepia...
*Abraço*