Um sopro arrasador no final da tarde sombria que arrefece as emoções esquecidas num recanto ardente... As peças voam sem nunca encaixarem. Os corpos outrora transpirados pelo fim de tarde, tornam-se frios à luz lunar. A vida abandona os olhos embriagados em esperança e vem a morte embalar-nos no seu berço. Adormecemos com um leve beijo mortal.... e nunca mais iremos acordar.
Publicado por Conde em abril 11, 2004 11:59 PM