O peso do sol nos meus ombros faz sentir o destroçar da alma em pedaços de porcelana. A lua, sempre cheia para mim, vem deliciar o estranho habitante com brilhos e ilusões. Morro por tudo e por nada... Sou capaz de morrer mesmo sem querer. Por vezes perco-me nos meus caminhos assombrosos e quando dou por mim estou morto outra vez. A morte deixou de ter segredos. Morro sempre... por tudo e por nada, mas... sobretudo morro de tédio nas horas solarengas.
Publicado por Conde em agosto 1, 2004 11:59 PMfantastico... e terrivelmente semelhante como quase sempre... pena hoje tal como ontem, não conseguir ver a lua... e só sentir o frio do nevoeiro cerrado que me rodeia....
http://divagandosaudade.blogspot.com/
Afixado por: saudade em agosto 2, 2004 01:56 AMVejo no sol uma monotonia imensa... muitas são as vezes que me escondo dele para não me sentir flagelada pelos seus raios... a luz corrói-me a pele... bonitas palavras que aqui deixas. Tens uma escrita soturna e bonita. Continua... Bjs***
Afixado por: †Profetiza†Morta† em agosto 14, 2004 02:15 AME haverá pior morte que a do tédio?
Afixado por: sibylla em agosto 14, 2004 04:48 PM