Perdem-se os corpos na atmosfera, como se vento fossem. São empurrados continuamente em direcção ao nada, ao abismo que me separa de ti. O nosso abismo. Que construímos sem querer, com as mãos côncavas assediando a terra. E quando me chego à beira desse infinito precipício, consigo saborear as lágrimas que escorrem no teu rosto. Salgadas de saudade. Vou matar o tempo. Cortar-lhe as cordas que nos controlam, para não sentir as suas facadas até que esse abismo se una... e os nossos corpos... também.
Publicado por Conde em outubro 1, 2004 11:38 PMA força do amor torna próximo até o mais profundo abismo... agora só há que ter a coragem de saltar de olhos abertos até à outra margem... Bjs***
Afixado por: †Profetiza†Morta† em outubro 2, 2004 08:31 PMI'd take you to the end of the world just to see two bodies cozy in the warmth of eachother again....
Afixado por: Ikkuna em outubro 2, 2004 11:18 PM