"Ah, triste sina a minha!...
Para que fui eu nascer?
Dói-me a alma que chora sozinha.
Sofro por não te poder ter.
Maldita a hora em que a dor
Tomou posse do meu espírito debilitado.
Carrego em mim a cruz de um amor
Que faz de mim um ser atormentado.
E para quê acorrentar-me a tanto sofrimento?
Sei que todos estes grunhidos de desespero são em vão!
Talvez me tenha habituado ao isolamento
E como só a tua presença me servirá de alento
Prefiro continuar neste pranto, nesta aflição!"
Karl Goth
Publicado por Karl-Goth em fevereiro 4, 2005 10:52 PMUm regresso arrebatador. Gostei muito! Tipicamente Romântico... ou Neo-romântico... enfim... Especialmente intenso.
:)
Afixado por: Sandra em fevereiro 5, 2005 09:41 AMPfff... brutal!
Ai Karl, as tuas palvras endoidecem-me...
como pode ser sempre assim, acorrentados aos que amamos,afixados pra sempre a nossa dor q ninguém entende, q ninguém sabe... não, niguém sabe como é estar trancafiado na doença do próprio amor
Afixado por: +grunginha+ em fevereiro 10, 2005 06:28 PMAdorei teu site, ele é mt show! Adoro esse tipo de poesia profunda e sombria... Bjx!!!
Afixado por: *Gótyka* em março 12, 2005 11:02 PM