"O que desejei às vezes
Diante do teu olhar,
Diante da tua boca!
Quase que choro de pena
Medindo aquela ansiedade
Pela de hoje - que é tão pouca!
Tão pouca que nem existe!
De tudo quanto nós fomos,
Apenas sei que sou triste. "
António Botto
«De tudo quanto nós fomos,
Apenas sei que sou triste.»
um poema que poderia ter sido escrito por F. Pessoa... em ambos a mesma simplicidade formal, a mesma densidade emocional.
Afixado por: maria m. em outubro 6, 2007 08:57 PMOlá.
Passei por aqui e não pude deixar de comentar e depois de abrir esta janela não hesitei em concordar com Maria M.
Faz lembrar Pessoa sim...a tristeza incontornável.
Obrigada por partilhares*
Afixado por: Sofia em outubro 24, 2007 08:53 PMmuito boum realmenti naum soh as pesias cm tdo o blog tah^^
darkside
Estava escuro e frio
Sentia sabor de sangue na boca
Como era saboroso
Vi o medo nos olhos inocentes de uma criança
Havia terror por toda parte
Corpos putrefavam em todo lugar
Alguns ainda relutavam na forca
Quanta visão prazerosa
Quantas almas libertadas
Quanto ódio naqueles olhos
Famintos por tortura
Como é bela a perversidade
Como é prazerosa a maldade...
olaaa, adoro o teu blog.
Lindos textos.
Bjns.
passa pelo meu blog. e deixa o seu comentarioo.
por favor.
http://escutaatuavoz.blogspot.com/
Afixado por: luis paulo em novembro 27, 2007 05:14 PMolaa. :)
adoro os teus poemas. :)
Lindissimos.
passa pelo me blog e deixa la a sua markinhaa,
http://escutaatuavoz.blogspot.com
Afixado por: luis paulo em novembro 27, 2007 05:16 PMLindo... Perfeito! Absolutamente ...
Afixado por: grunginha em dezembro 8, 2007 09:59 PM