"Estou a escrever-te para te informar de que morri. E digo isto porque te vejo. Vejo-te a ti e a mim e a todos. O meu cérebro entrou em automático e a minha alma desligou-se do meu corpo. Cá em cima é tudo negro, não há nada para ver. Não queiras morrer porque é demasiado escuro. Ao mesmo tempo tens a vantagem de não sentir nada. A Alma dormente funde-se na escuridão e passa a fazer parte do nada. As vezes desprende-se e volta à terra, mas a dor é de tal maneira grande que ela parte-se em mil pedaços e volta à escuridao, onde se sente segura.
Assim sendo, informo-te de que morri e escusas de falar para mim pois não serei eu a responder-te mas sim o piloto automático, insensivel, do meu coração."
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Gosto de ler o que escreves...sabedoria é um dom...talento...
Fique bem!
clarice
Muito bem escrito para um morto. Pena não o ter lido em vivo.
Afixado por: Ironicidade em novembro 10, 2007 02:01 AMOi tenho aki uns poemas da minha autoria mas n sei se sao bons, apenas sao o ke sinto...e o teu blog ta espectacular
Vivo da incerteza
Desconfio do real
Vigio com destreza
Tudo o que n me é leal
Luto com o que me é destinado
Condenada pelo que me é prometido
No meu interior alg é desviado
Algo que não estava previsto
Então junto me solenemente ao vento para os céus
Relembro de tudo o que me consomia
E liberto o meu coração outrora negro de véus
Tão espessos que me deixavam numa tremenda agonia
Na minha mente perdida
Uma luz ilumina meu ser
Uma luz nunca me concedida
Realmente nada tenho a perder
Nada a perder senao a luz pura
Que por onde passa tudo cura
Mal meu coração consegue penetrar
Onde tanta escuridão fora acumular
Oi tenho aki uns poemas da minha autoria mas n sei se sao bons, apenas sao o ke sinto...e o teu blog ta espectacular
Vivo da incerteza
Desconfio do real
Vigio com destreza
Tudo o que n me é leal
Luto com o que me é destinado
Condenada pelo que me é prometido
No meu interior alg é desviado
Algo que não estava previsto
Então junto me solenemente ao vento para os céus
Relembro de tudo o que me consomia
E liberto o meu coração outrora negro de véus
Tão espessos que me deixavam numa tremenda agonia
Na minha mente perdida
Uma luz ilumina meu ser
Uma luz nunca me concedida
Realmente nada tenho a perder
Nada a perder senao a luz pura
Que por onde passa tudo cura
Mal meu coração consegue penetrar
Onde tanta escuridão fora acumular
Muitos "mortos" são bem mais vivos e presentes na vida que todos aqueles que dizem viver e apenas vivem na ilusão do sentir!
Afixado por: Whisperer em novembro 13, 2007 04:59 PM